É Possível Financiar a Construção de Uma Casa de Madeira?

Sim, é possível financiar a construção de uma casa de madeira. Tal como acontece com uma habitação tradicional, os bancos portugueses concedem crédito para este tipo de projeto, sobretudo quando existe um orçamento claro e o licenciamento em ordem. Não somos consultores financeiros, por isso a decisão final e as condições concretas devem ser sempre confirmadas com o seu banco ou com um intermediário de crédito.

Os bancos financiam mesmo casas de madeira?

Financiam. Uma casa de madeira maciça em pinho nórdico certificado, assente em fundações adequadas e devidamente licenciada, é para o banco um imóvel como outro qualquer.

O que importa à instituição financeira não é tanto o material, mas a solidez do projeto: se está aprovado pela câmara municipal, se o terreno é urbanizável e se o valor da obra faz sentido face ao mercado.

A madeira maciça, além do mais, tem uma durabilidade elevada e um comportamento térmico excelente, o que ajuda na avaliação do imóvel.

Que tipos de crédito existem para construir?

Não há uma única via. Consoante a sua situação, o terreno e o orçamento, o banco pode propor soluções diferentes.

Crédito à construção ou autoconstrução

É a modalidade mais comum quando já tem (ou vai adquirir) o terreno e pretende erguer a casa. O capital costuma ser libertado por fases, à medida que a obra avança e é verificada.

Neste caso, o banco acompanha o progresso da construção e vai disponibilizando o dinheiro consoante os autos de medição ou as etapas concluídas.

Crédito habitação clássico

Se comprar um terreno e a casa em conjunto, ou se houver uma solução integrada, pode enquadrar-se num crédito habitação mais próximo do tradicional. Aqui o imóvel final serve de garantia.

Financiar o terreno e a construção em conjunto

Algumas instituições permitem combinar a aquisição do terreno com a construção num único financiamento. É uma hipótese a explorar com o banco, sobretudo se ainda não possui o lote.

O que é que os bancos costumam pedir?

Cada instituição tem os seus critérios, mas há um conjunto de elementos que quase sempre são solicitados. Ter tudo organizado antecipadamente acelera o processo.

  • Projeto de arquitetura aprovado pela câmara municipal;
  • Licença de construção ou comprovativo de licenciamento em curso;
  • Orçamento detalhado da obra, com valores por fases;
  • Documentação do terreno (caderneta predial, certidão do registo);
  • Avaliação do imóvel realizada por um perito indicado pelo banco;
  • Comprovativos de rendimentos e situação fiscal regularizada;
  • Mapa de responsabilidades de crédito atualizado.

Repare que o orçamento e o projeto são peças centrais. Quanto mais transparente e discriminado for o valor da obra, mais fácil é o banco analisar o pedido.

Em que difere de comprar uma casa já pronta?

Comprar um imóvel construído é, do ponto de vista do crédito, mais direto: o bem existe, é avaliado e o financiamento é atribuído de uma só vez.

Na construção, o processo é faseado. O dinheiro não sai todo no início e o banco vai libertando o capital à medida que a casa vai ganhando forma.

Há também prazos a considerar. Entre o licenciamento, a montagem e a conclusão, pode existir um período em que paga apenas juros sobre o capital já utilizado, antes de começar a amortização plena.

Que passos seguir antes de avançar?

Um percurso ordenado evita surpresas e transmite confiança ao banco. Sugerimos esta sequência simples.

  • Definir o terreno e confirmar que é apto para construção;
  • Escolher a tipologia da casa (por exemplo, um T0 a T6) e obter um orçamento claro;
  • Tratar do projeto e do licenciamento junto da câmara;
  • Reunir a documentação pessoal e financeira;
  • Falar com o banco ou com um intermediário de crédito para simular condições;
  • Comparar propostas antes de assinar.

Porque é que um preço transparente ajuda?

Quando o valor da casa é claro, fechado e detalhado, o banco analisa o pedido com muito mais facilidade. As dúvidas sobre custos ocultos ou derrapagens são das principais razões que travam a aprovação de um financiamento à construção.

Nas casas de madeira maciça da EuroCasetas, com montagem incluída e preços a partir de 25 500 €, o cliente sabe à partida o que vai pagar. Essa previsibilidade é um argumento a seu favor perante qualquer instituição.

Perguntas frequentes

É mais difícil obter crédito para uma casa de madeira do que para uma de betão?

Não necessariamente. O que pesa é o licenciamento, o projeto aprovado e a avaliação do imóvel. Uma casa de madeira maciça bem construída e devidamente legalizada é analisada como qualquer outra habitação. Confirme sempre os critérios com o seu banco.

Posso financiar também o terreno?

Em muitos casos, sim. Há instituições que permitem incluir a compra do terreno no mesmo financiamento da construção. As condições variam bastante, pelo que deve colocar essa questão diretamente ao banco ou a um intermediário de crédito.

O dinheiro é entregue todo de uma vez?

No crédito à construção, normalmente não. O capital costuma ser libertado por fases, acompanhando o avanço da obra. Já numa solução mais próxima do crédito habitação clássico, a lógica pode ser diferente.

Preciso de ter o projeto aprovado antes de pedir o crédito?

O projeto aprovado e o licenciamento são geralmente exigidos para a análise. Ainda assim, pode iniciar conversas e simulações com o banco enquanto trata do processo camarário, para perceber o enquadramento.

A EuroCasetas trata do financiamento?

Não. A EuroCasetas fornece e monta a casa de madeira e disponibiliza um orçamento claro e detalhado. O crédito é sempre tratado entre si e a sua instituição financeira ou intermediário de crédito, que aconselhamos a contactar.

Está a pensar construir e quer perceber o valor real do seu projeto? Peça já um orçamento gratuito e transparente à EuroCasetas através do 928 256 644. Com um preço fechado, com montagem incluída e a partir de 25 500 €, em todo o Portugal continental, terá em mãos um documento claro que facilita a conversa com o seu banco e torna o pedido de crédito muito mais simples.

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